December 21, 2009
DELEGACIA DO TURISMO PRECISA DE MAIS RECURSO PARA MELHORAR ATENDIMENTO

Apesar de só 0,3% dos turistas que vem ao Rio de Janeiro prestar queixa criminal na Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat), melhorias na segurança aos estrangeiros precisam ser feitas para as próximas grandes festividades no estado, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Esta foi a conclusão da Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa do Rio, durante explanação do delegado titular da Deat, Fernando Vila Pouca, nesta terça-feira (08/12), no Palácio Tiradentes. O presidente da comissão, deputado João Pedro (DEM), afirmou que, devido ao aumento do fluxo de turistas, o trabalho precisa ser intensificado. “Precisamos dar mais condições à delegacia, provendo ela de aumento de profissionais qualificados, equipamentos de qualidade e de tudo aquilo que está planejado e autorizado pela Alerj, através do empréstimo do Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur). É importante que o setor turístico possa garantir que estes recursos sejam empregados na Deat”, declarou o deputado.

Vila Pouca anunciou medidas que vão diminuir os problemas que a delegacia ainda enfrenta, tais como a pouca participação das vítimas nas investigações, a demora na elucidação dos casos de grande repercussão na mídia que geram expectativas de respostas imediatas e a falta de policiais que saibam falar determinados idiomas. “Estamos realizando, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih), palestras de capacitação e conscientização para profissionais que lidam com o Turismo e desenvolvendo um projeto de comunicação de crimes via internet na Rede de Comunicação Integrada de Turismo (RCT), uma integração entre entes públicos e privados e o monitoramento do site, blog e e-mails institucionais”, informou o delegado, que também estuda a criação de um caderno de recomendações básicas para turistas, com dicas como ter sempre uma cópia de documentos consigo e andar com pouco dinheiro. “Queremos mostrar que a nossa unidade surgiu para ajudar e não para impor medo. A Deat funciona também como um ponto de informação”, justificou.

Luiz Brito, assessor de Relações Institucionais da TurisRio, empresa vinculada à Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Lazer, elogiou a aproximação da Deat com o setor turístico. “Isto ressalta que profissionais do Turismo e policiais não são seres completamente diferentes, e estes seminários só tendem a aumentar ainda mais esta relação de conhecimento”, apontou Brito. Para o vice-presidente da Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (Riotur), José Carlos Pereira de Sá, a violência não é a principal preocupação do turista que tem como destino o Rio de Janeiro. “A desordem urbana, como o lixo e mendigos dormindo nas ruas, e a falta de informação são os fatores que mais preocupam os turistas atualmente. Tendo em vista estes problemas, o prefeito (do Rio) Eduardo Paes lançou um plano estratégico, que tem como uma das metas reduzir em 8% ao ano a quantidade de lixo na cidade, o que resultaria em uma economia de R$ 30 milhões”, informou.

Pereira de Sá comentou ainda que a Riotur pretende contribuir para o programa “Olá Turista”, uma parceria do Ministério do Turismo com a Fundação Roberto Marinho, que vai oferecer 80 mil vagas para cursos on-line de inglês e espanhol aos profissionais ligados ao Turismo. Também participaramu da audiência André Paranhos, representante da Rio Convention Bureau, e Teresa Hage, da Associação Brasileira de Bacharéis em Turismo (ABBTur).

DELEGACIA DO TURISMO PRECISA DE MAIS RECURSO PARA MELHORAR ATENDIMENTO

Apesar de só 0,3% dos turistas que vem ao Rio de Janeiro prestar queixa criminal na Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat), melhorias na segurança aos estrangeiros precisam ser feitas para as próximas grandes festividades no estado, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Esta foi a conclusão da Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa do Rio, durante explanação do delegado titular da Deat, Fernando Vila Pouca, nesta terça-feira (08/12), no Palácio Tiradentes. O presidente da comissão, deputado João Pedro (DEM), afirmou que, devido ao aumento do fluxo de turistas, o trabalho precisa ser intensificado. “Precisamos dar mais condições à delegacia, provendo ela de aumento de profissionais qualificados, equipamentos de qualidade e de tudo aquilo que está planejado e autorizado pela Alerj, através do empréstimo do Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur). É importante que o setor turístico possa garantir que estes recursos sejam empregados na Deat”, declarou o deputado.

Vila Pouca anunciou medidas que vão diminuir os problemas que a delegacia ainda enfrenta, tais como a pouca participação das vítimas nas investigações, a demora na elucidação dos casos de grande repercussão na mídia que geram expectativas de respostas imediatas e a falta de policiais que saibam falar determinados idiomas. “Estamos realizando, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (Abih), palestras de capacitação e conscientização para profissionais que lidam com o Turismo e desenvolvendo um projeto de comunicação de crimes via internet na Rede de Comunicação Integrada de Turismo (RCT), uma integração entre entes públicos e privados e o monitoramento do site, blog e e-mails institucionais”, informou o delegado, que também estuda a criação de um caderno de recomendações básicas para turistas, com dicas como ter sempre uma cópia de documentos consigo e andar com pouco dinheiro. “Queremos mostrar que a nossa unidade surgiu para ajudar e não para impor medo. A Deat funciona também como um ponto de informação”, justificou.

Luiz Brito, assessor de Relações Institucionais da TurisRio, empresa vinculada à Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Lazer, elogiou a aproximação da Deat com o setor turístico. “Isto ressalta que profissionais do Turismo e policiais não são seres completamente diferentes, e estes seminários só tendem a aumentar ainda mais esta relação de conhecimento”, apontou Brito. Para o vice-presidente da Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (Riotur), José Carlos Pereira de Sá, a violência não é a principal preocupação do turista que tem como destino o Rio de Janeiro. “A desordem urbana, como o lixo e mendigos dormindo nas ruas, e a falta de informação são os fatores que mais preocupam os turistas atualmente. Tendo em vista estes problemas, o prefeito (do Rio) Eduardo Paes lançou um plano estratégico, que tem como uma das metas reduzir em 8% ao ano a quantidade de lixo na cidade, o que resultaria em uma economia de R$ 30 milhões”, informou.

Pereira de Sá comentou ainda que a Riotur pretende contribuir para o programa “Olá Turista”, uma parceria do Ministério do Turismo com a Fundação Roberto Marinho, que vai oferecer 80 mil vagas para cursos on-line de inglês e espanhol aos profissionais ligados ao Turismo. Também participaramu da audiência André Paranhos, representante da Rio Convention Bureau, e Teresa Hage, da Associação Brasileira de Bacharéis em Turismo (ABBTur).